O dispositivo intravaginal de progesterona é peça central dos protocolos de IATF. Por ser simples de colocar, é fácil esquecer que ele entra num local estéril e fica dias ali.
Inserção
Aplicador limpo e desinfetado entre animais, vulva limpa com papel toalha, e introdução cuidadosa, sem forçar. O fio para fora, no comprimento indicado pela bula: muito longo, a vaca puxa; muito curto, dificulta a retirada.
| Ponto | Boa prática | Risco se falhar |
|---|---|---|
| Aplicador | Desinfetado a cada vaca | Vaginite, corrimento |
| Fio externo | No comprimento da bula | Perda do dispositivo |
| Tempo de permanência | Exatamente o do protocolo | Falha de sincronização |
| Reutilização | Somente se a bula permitir, com higienização indicada | Dose insuficiente e infecção |
| Descarte | Conforme a bula e a legislação | Resíduo no ambiente |
Corrimento depois da retirada
Um pouco de muco na retirada é comum. Corrimento com cheiro, pus ou sangue indica infecção e pede avaliação do veterinário, além de revisão da higiene do lote inteiro.
Reutilizar ou não
A resposta está na bula do produto e na orientação do veterinário: alguns dispositivos preveem reuso, com número máximo de usos e higienização definida; outros não. Na dúvida, não reutilize, porque a perda de prenhez custa mais que o dispositivo.