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Porteira seletiva: separar vaca sem ninguém no curral

Com identificação eletrônica, a porteira desvia automaticamente as vacas marcadas na saída da ordenha. O que ela resolve e o que precisa estar no lugar.

Separar vacas na saída da ordenha — para inseminação, exame, tratamento ou secagem — consome gente e tempo, e é onde acontecem os erros de "passou a vaca errada". A porteira seletiva automatiza essa etapa.

Como funciona

Um leitor identifica o brinco eletrônico da vaca na saída e, se ela estiver na lista do dia, o portão desvia para o corredor de separação. A lista vem do sistema de gestão do rebanho, alimentado pela rotina da fazenda.

UsoGanho
Vacas para inseminarLote pronto quando o inseminador chega
Exames e diagnóstico de gestaçãoVeterinário não espera
Vacas em tratamentoA porteira separa depois da ordenha: o desvio do leite tem que ser resolvido antes, na linha ou no balde
Secagem programadaNão depende de lembrar na hora
CasqueamentoAgenda cumprida sem apartar manualmente
A lista do dia decide o caminho leitor separação volta ao lote
O equipamento só acerta se a lista estiver certa.

O que ela não resolve

Como o leitor fica na saída, a vaca já foi ordenhada quando o portão decide o caminho dela. Para vaca em tratamento, isso não basta: o leite com carência precisa ser desviado durante a ordenha, por marcação visível e separação na linha ou no balde. A porteira organiza o destino do animal, não o destino do leite.

O que precisa estar no lugar

Identificação eletrônica confiável em todo o rebanho, sistema de gestão atualizado diariamente e manutenção do portão e do leitor. Em fazenda que não anota o que precisa fazer com cada vaca, a porteira automatiza o vazio.

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