Não é qualquer brinco que serve. O identificador da rastreabilidade nacional tem especificação própria, e comprar errado significa comprar duas vezes.
As opções aceitas
A identificação individual pode ser feita com:
- Um brinco eletrônico, do tipo bandeira;
- Um botton eletrônico;
- Ou combinações desses elementos, com um em cada orelha.
As especificações técnicas
A padronização não é capricho. Ela é o que permite que o mesmo animal seja lido por qualquer leitor, em qualquer estado, e que o número nunca se repita em outro animal do país.
Cuidados na hora de aplicar
- Compre de fornecedor credenciadoIdentificador fora de especificação não é aceito no sistema, e o gasto vira prejuízo.
- Aplique no lugar certoPosição errada na orelha aumenta perda e infecção. Vale seguir a orientação do fabricante e usar aplicador próprio.
- Higienize o aplicadorEntre animais, principalmente em lote grande. Ferida em orelha é porta de entrada para infecção, como no tétano.
- Registre no mesmo diaBrinco aplicado e não cadastrado não rastreia nada. O número precisa entrar na ficha do animal.
- Tenha plano para perdaBrinco cai. Defina quem confere, com que frequência e como faz a reposição sem perder o vínculo com o histórico.
O ganho que vem junto
O identificador eletrônico permite leitura automática na sala de ordenha, no tronco e na balança. Fazenda que já usa medidor de leite individual ou coleira ganha integração, porque o mesmo número passa a valer para todos os controles, sem digitar nada.
Especificações do Programa Nacional de Identificação Individual de Bovinos e Búfalos, Ministério da Agricultura e Pecuária.