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Colar, brinco eletrônico ou bolus: como identificar o animal

Três formas de dar identidade eletrônica à vaca, com vantagens e riscos diferentes. O que considerar antes de escolher, incluindo a exigência da rastreabilidade nacional.

Identificação eletrônica é a base de qualquer automação no curral: sem o animal identificado, o sistema não sabe de quem é o leite, o alerta ou o registro. Existem três formas principais, e elas não são intercambiáveis.

As três opções

TipoA favorContra
Brinco eletrônicoVisível, fácil de aplicar e é o formato exigido na rastreabilidade nacionalPode ser perdido ou rasgar a orelha
ColarComporta sensores de atividade e ruminaçãoPrecisa de ajuste, pode enroscar e sair
Bolus ruminalPraticamente impossível de perderAplicação exige técnica e a leitura tem alcance menor

A pergunta que decide

Para que você quer identificar? Se o objetivo é cumprir a rastreabilidade oficial, o caminho é o dispositivo exigido pela norma. Se o objetivo é coletar comportamento, o colar é o que carrega os sensores. Se o objetivo é não perder a identificação nunca, o bolus resolve.

Muitas fazendas acabam usando mais de um, cada um para uma função.

Escolha pelo objetivo, não pelo preço Rastreabilidade brinco conforme a norma Comportamento colar com sensor Permanência bolus ruminal Cada um resolve um problema diferente. Escolher pelo mais barato costuma resolver nenhum deles direito.
Antes de comprar, defina o objetivo. Comprar identificação sem saber para quê é como comprar peça sem saber a máquina.
Detalhe importante: a rastreabilidade nacional tem exigências específicas de dispositivo. Se você pretende se antecipar ao cronograma, confira o que a norma pede antes de comprar, como está em o brinco eletrônico da rastreabilidade.

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