🌾 Nutrição

Proteína do leite: o componente que a dieta mais consegue mexer

A proteína do leite responde a energia, aminoácidos e manejo, e pesa no pagamento por sólidos. O que sobe, o que desce e o que não adianta tentar.

Quando o laticínio paga por sólidos, a proteína deixa de ser detalhe do laudo e vira receita. E, ao contrário da gordura, ela responde bem e de forma relativamente rápida a mudanças de dieta.

O que mexe na proteína

FatorEfeitoObservação
Energia da dietaPrincipal alavancaAmido e digestibilidade do volumoso
Aminoácidos limitantesMetionina e lisinaAjuste com nutricionista
Consumo de matéria secaMais consumo, mais proteínaCocho e conforto
GenéticaGanho permanenteSeleção por sólidos
Estresse térmicoDerrubaConforto no verão
Fase da lactaçãoVaria ao longo do cicloComparar sempre a mesma fase
Energia puxa a proteína energia disponível no rúmen proteína do leite
Aumentar proteína bruta da ração, sozinha, quase não move esse número.

O erro comum

Quando a proteína do leite está baixa, o reflexo é comprar farelo de soja. Na maioria dos casos, o que falta é energia no rúmen para os micro-organismos produzirem proteína microbiana. Aumentar a proteína bruta sem energia eleva o nitrogênio ureico do leite, custa caro e não melhora o pagamento.

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