A forma de fornecer muda o resultado tanto quanto a formulação. E a escolha depende do sistema da fazenda, não de qual é a melhor no papel.
No cocho, à vontade
A favor
- Simples e barato de operar
- Funciona bem em sistema a pasto
- O animal regula o consumo pela necessidade
- Não depende de fornecimento diário individual
Contra
- Consumo muito variável entre animais
- Dominante come mais, dominada come menos
- Perde com chuva se o cocho não for coberto
- Exige medir consumo para saber se está certo
Misturado na ração
Nesse caso o mineral entra na dieta, e a dose passa a acompanhar o quanto o animal come de concentrado.
- A favor: dose muito mais previsível, sem perda por chuva, e permite ajustar por categoria com facilidade quando há lotes separados.
- Contra: quem come menos concentrado recebe menos mineral, o que pode desajustar vacas no fim de lactação. Exige mistura homogênea e formulação feita por nutricionista.
O caminho mais comum
Muitas fazendas usam as duas formas ao mesmo tempo: parte do mineral vai na ração das vacas em lactação, garantindo a base, e o cocho fica disponível para complementar. O importante é que a soma das duas fontes seja considerada na formulação, para não faltar nem exceder.
Cuidados que valem para os dois
- Cocho coberto e limpoProduto empedrado ou molhado é recusado.
- Perto da águaOnde o lote circula naturalmente.
- Fornecimento constantePeríodos de falta seguidos de fartura geram consumo desregulado.
- Medir sempreSem medir o consumo, não há como saber se a estratégia funciona.