Quando a IATF não dá o resultado esperado, a primeira reação costuma ser trocar de protocolo. Na maioria das vezes o protocolo não era o problema, e trocá-lo apenas repete a frustração com outro nome.
As causas mais comuns de falha
| Causa | Como identificar |
|---|---|
| Vaca em anestro profundo ou muito magra | Escore corporal baixo no lote inteiro |
| Puerpério ruim, com útero ainda comprometido | Histórico de retenção de placenta ou metrite |
| Vaca inseminada cedo demais após o parto | Período voluntário de espera curto |
| Falha na aplicação | Dose, via, horário ou conservação do hormônio |
| Estresse no manejo | Lote agitado, curral apertado, manejo brusco |
| Calor no período | ITU alto durante e depois do protocolo |
| Técnica de inseminação | Taxa baixa concentrada num inseminador |
| Sêmen mal manejado | Botijão, descongelamento e tempo até a deposição |
Repare que só uma das oito linhas tem a ver com o protocolo em si. As outras sete são condição do animal, manejo ou execução.
Antes de repetir: separe as vacas que falharam e olhe o que elas têm em comum. Se forem as mais magras, é nutrição. Se forem as que tiveram parto complicado, é puerpério. Se estiverem espalhadas, olhe execução e sêmen. Os hormônios usados estão em hormônios da reprodução.