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Raspador de esterco: enxada, trator ou automático

Raspar o corredor várias vezes ao dia melhora casco, úbere e CCS. Comparação entre raspagem manual, com trator e com raspador automático.

Esterco parado no corredor é casco amolecido, teto sujo e mastite ambiental. A pergunta não é se deve raspar, é quantas vezes por dia e com quê.

As três opções

OpçãoInvestimentoMão de obraFrequência possível
Manual (rodo, enxada, água)BaixoAltaPoucas vezes ao dia
Lâmina no tratorMédioMédiaNos horários de ordenha
Raspador automáticoAltoBaixaMuitas vezes ao dia

A conta não é só de custo: raspagem com trator exige tirar as vacas ou passar entre elas, o que assusta o lote e atrapalha quem está deitado.

Raspador percorrendo o corredor esterco mais passadas, menos esterco sob o casco
O ganho não é limpeza visual, é casco e úbere.

Cuidados do automático

Precisa de piso regular, sem buracos que deixem esterco para trás, e de manutenção do cabo ou corrente. Vaca e bezerra precisam se acostumar, e o equipamento deve parar quando encontrar obstáculo. Bezerra deitada no corredor é o risco que o fabricante alerta.

Como decidir

Compare o custo mensal de mão de obra e de trator com a parcela do equipamento, e some o efeito esperado em CCS e em casos de casco, que aparece nos seus próprios registros. Em rebanho pequeno, com corredor curto, o manual bem-feito e frequente costuma bastar.

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