O Plano Nacional de Identificação Individual de Bovinos e Búfalos avança em 2026 numa etapa que é praticamente invisível para o produtor: a integração dos sistemas dos órgãos estaduais de sanidade ao sistema nacional.
O que está acontecendo neste ano
A etapa que vai até dezembro de 2026 é de adequação e interoperabilidade: os estados precisam adaptar seus sistemas para conversar com a base nacional. Nesse período, a identificação individual segue voluntária, aplicada a animais envolvidos em manejos sanitários e em protocolos privados homologados.
| Período | O que acontece | Obrigatório? |
|---|---|---|
| 2025 | Construção do sistema e da base central de dados | Não |
| 2026 | Integração dos sistemas estaduais | Não, identificação é voluntária |
| 2027 a 2029 | Identificação de animais em programas e protocolos específicos | Para casos definidos |
| 2030 a 2032 | Ampliação gradual da obrigatoriedade | Progressivamente |
| a partir de 2033 | Proibida a movimentação de animal não identificado | Sim, para todos |
Por que começar antes pode compensar
Identificar o rebanho não serve só para cumprir norma. Quem já trabalha com identificação individual ganha coisas que valem por si:
- Histórico por animal. Produção, sanidade e reprodução ligados à vaca certa, sem confusão de nome.
- Valorização na venda. Animal com ficha completa vale mais e vende mais fácil.
- Acesso a protocolos e mercados que já exigem rastreabilidade.
- Tempo para aprender. Implantar com calma é bem diferente de implantar na véspera do prazo.
O que é exigido em termos de dispositivo está em o brinco eletrônico da rastreabilidade nacional, e o cronograma completo em rastreabilidade individual obrigatória.
Cronograma do Plano Nacional de Identificação Individual de Bovinos e Búfalos (PNIB), do Ministério da Agricultura.