O Plano Nacional de Identificação Individual de Bovinos e Búfalos, o PNIB, deu ao setor um período de adaptação em 2025 e 2026 e coloca a virada em 2027. A partir daí a identificação individual deixa de ser assunto de quem exporta e passa a ser calendário nacional.
O cronograma
2025. Criação da Base Central de Dados nacional, que armazena a identificação dos animais.
Até dezembro de 2026. Órgãos estaduais adaptam seus sistemas para conversar com a base nacional.
Janeiro de 2027 a dezembro de 2029. Identificação individual de animais em manejos sanitários e em protocolos privados homologados.
2030 a 2032. Identificação, antes da primeira movimentação, de todos os animais que transitem em território nacional, por qualquer motivo.
| Etapa | Período | O que acontece |
|---|---|---|
| 1 | 2025 | Base Central de Dados criada |
| 2 | até dez/2026 | Estados integram seus sistemas |
| 3 | 2027 a 2029 | Identificação em manejos sanitários |
| 4 | 2030 a 2032 | Todo animal que se movimenta |
Os dispositivos aceitos
Os modelos previstos incluem brinco tipo bandeira com botton sem chip, brinco eletrônico, botton eletrônico e a combinação de bandeira com botton em que um deles tem chip. Os dispositivos oficiais são amarelos, invioláveis e não reutilizáveis.
Para a fazenda de leite, a boa notícia é que boa parte já identifica os animais por necessidade de gestão. O ajuste é passar a usar o identificador oficial e manter o registro de nascimento, morte e movimentação atualizado.
Plano Nacional de Identificação Individual de Bovinos e Búfalos (PNIB), Ministério da Agricultura e Pecuária.