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2033 parece longe, mas o brinco vira documento antes disso

A partir de 2033, animal sem identificação individual não poderá ser movimentado. Por que começar agora custa menos e o que o leite ganha com a rastreabilidade.

A data final do plano de rastreabilidade é clara: a partir de 1º de janeiro de 2033, bovinos e búfalos sem identificação individual cadastrada no sistema oficial não poderão ser movimentados. Até lá, a adoção avança por etapas, e quem entra cedo paga menos e aprende sem pressão.

Por que antecipar

AnteciparDeixar para depois
Identificar aos poucos, conforme nascimentosIdentificar o rebanho inteiro de uma vez
Aprender o sistema sem prazoAprender com a movimentação travada
Brinco e aplicação com preço normalCorrida de demanda perto do prazo
Histórico individual formadoComeçar do zero
Acesso antecipado a mercados que exigem rastreioFicar de fora enquanto não se adapta
Dois jeitos de chegar em 2033 aos poucos, com os nascimentos tudo de uma vez, no fim do prazo
O custo é o mesmo; o que muda é a concentração dele.

O que o leite ganha

Além da exigência legal, a identificação individual é a base de tudo que já recomendamos: controle de produção por vaca, histórico sanitário, carência de medicamento, seleção e descarte com dados. O rebanho leiteiro é o que mais se beneficia, porque já lida com animal a animal todo dia.

Fonte

Portaria SDA/MAPA nº 1.331, de 21 de julho de 2025 (cronograma do PNIB), art. 7º: a partir de 1º de janeiro de 2033 fica vedada a movimentação, em território nacional, de bovinos e búfalos que não estejam individualmente identificados e cadastrados.

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