A água que lava o equipamento de ordenha entra em contato com o leite. A que o gado bebe entra no animal. Em muitas fazendas, essa água vem de poço raso ou de açude, sem nenhum tratamento e sem análise.
Primeiro a análise, depois o cloro
Clorar sem saber o que tem na água é chute. A análise microbiológica mostra contaminação por coliformes; a físico-química mostra ferro, dureza e outros pontos que afetam a limpeza do equipamento. Repita a análise conforme a orientação do laboratório e depois de enchentes.
| Uso da água | Exigência | Risco se falhar |
|---|---|---|
| Limpeza do equipamento de ordenha | Água potável | Contagem bacteriana alta no tanque |
| Bebida do rebanho | Boa qualidade | Diarreia, queda de consumo |
| Bezerreiro | Cuidado redobrado | Diarreia em bezerra |
Cuidados
Dose, produto e tempo de contato seguem a orientação técnica e a legislação de potabilidade; não existe medida caseira confiável para o volume de uma fazenda. Use kit de teste de cloro residual para conferir na torneira, porque o cloro se consome pelo caminho.
Cloro em excesso na água de bebida pode reduzir o consumo, e consumo de água é produção de leite. Se o gado recusar, meça antes de aumentar a dose.