Rato no depósito não é só o saco roído que você vê. É contaminação de alimento, transmissão de doença e prejuízo que aparece na saúde do rebanho.
Os três prejuízos
- Consumo direto: comem ração todos os dias, o ano inteiro.
- Contaminação: urina e fezes no alimento. A urina de roedor é a principal via de transmissão da leptospirose, que causa aborto e queda de produção.
- Estrutura: roem fiação, o que gera falha de equipamento e risco de incêndio.
Por que veneno sozinho não resolve
Enquanto houver abrigo e comida fácil, a população se recompõe. Controle químico sem manejo do ambiente vira despesa recorrente e permanente. O controle começa tirando o que atrai.
O plano que funciona
- Tirar o abrigoRoçar o entorno, eliminar entulho, madeira empilhada, sucata e mato alto encostado no galpão.
- Fechar as entradasVedar frestas, telas em aberturas, portas que fecham bem, ralos protegidos.
- Tirar a comidaRação em recipiente fechado, sobras varridas, sacaria em estrado longe da parede, alimento derramado recolhido no mesmo dia.
- ÁguaVazamento e poça sustentam população. Consertar torneira pingando faz parte do controle.
- Controle químico com porta-iscaSempre em dispositivo próprio, identificado e fora do alcance de crianças, cães e do rebanho, seguindo orientação técnica.
- MonitorarMarcar pontos de consumo de isca e sinais de presença, para saber se o controle está funcionando.
Atenção: raticida é produto perigoso. Aplicação sem porta-isca coloca em risco cão, gato, ave e criança, e ainda pode contaminar alimento. Use sempre com orientação de responsável técnico.